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domingo, setembro 20, 2015

Desmontar os mitos sobre o Estado Social



Entrevista a propósito da publicação do livro Cuidar do Futuro - Os Mitos do Estado Social Português, de Pedro Adão e Silva e Mariana Trigo Pereira (mais informação no Facebook e no Twitter).

quinta-feira, setembro 03, 2015

Livro Negro


Cinco investigadores portugueses organizaram uma compilação exaustiva dos artigos de opinião, das cartas, dos comunicados de imprensa e das peças jornalísticas publicados em 2014 e 2015 sobre a avaliação dos centros de investigação portugueses levada a cabo pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), que é tutelada pelo Ministério da Educação e Ciência. Todos esses textos estão reunidos no que os cinco investigadores designaram por Livro Negro da Avaliação Científica em Portugal e que está disponível online a partir de ontem.

domingo, julho 19, 2015

Uma pedrada no charco

«O Que Fazer Com Este País» é um livro excelente (e muito útil). Ricardo Paes Mamede desmonta várias ideias feitas que imperam nas conversas de café, como a de que «vivemos acima das nossas possibilidades» (dois terços dos portugueses nunca tiveram acesso a crédito bancário) ou a de que o Estado foi, na década anterior, despesista (os salários na função pública registaram uma variação real negativa de -3,4%, para remunerações inferior a mil euros, e -6,7%, para remunerações superiores). O autor explica a natureza dos problemas com que se debate a economia portuguesa e dá pistas para a sua superação.

Estava a ler o livro quando dei por mim a pensar que não há muitos livros sobre a economia portuguesa. Salvo honrosas excepções, chego à conclusão de que os economistas portugueses (e as suas universidades) se demitiram de procurar soluções alternativas à política austeritária: uns porque se transformaram em meros propagandistas da TINA (There Is No Alternative), outros porque se estiolam em debates que não transpõem os muros das universidades. Até por isso a obra de Ricardo Paes Mamede é uma pedrada no charco.

terça-feira, maio 12, 2015

Hoje em Lisboa

«As palavras do punk: Uma viagem fora dos trilhos pelo Portugal contemporâneo»

O punk chegou a Portugal relativamente cedo. Entre os últimos anos da década de 1970 e os primeiros da década de 80, formou-se uma primeira cena nacional do punk. Que ela perdura até à actualidade,mostram-no as três centenas de bandas em actividade que se lhe referem, directa ou indirectamente.Este livro aborda a cena a partir dos discursos que gera sobre o país e o papel nele do punk. Fá-lo a partir de entrevistas realizadas a 214 protagonistas e da análise de conteúdo dos nomes das bandas, das letras de canções, das capas de discos, dos fanzines ou dos videoclips. Propõe assim uma interpretação sociológica do desenvolvimento do punk em Portugal que se combina e enriquece com as reflexões dos músicos, promotores,fãs e outros agentes da cena. O livro procura responder a algumas perguntas centrais: quem são os protagonistas portugueses do punk? Como constituíram uma cena distinta? Como se estrutura esta cena, quais são as pessoas, os grupos, as canções emblemáticas? Que dizem os punks sobre si próprios e sobre a sociedade? Que mensagens procuram transmitir? Como definem a sua identidade colectiva? O que os divide e opõe? O punk faz sentido hoje?

segunda-feira, maio 11, 2015

Amanhã

Caderno de Tóquio, o livro mais recente de Porfírio Silva, uma espécie de roteiro de viagem da sua passagem de cinco meses pelo Japão em 2013, vai ser apresentado na Galeria Fernando Pessoa do Centro Nacional de Cultura, Rua do Picadeiro, nº 10, em Lisboa.

Será amanhã, 12 de Maio, terça-feira, pelas 18:30. A apresentação estará a cargo do Embaixador Freitas Ferraz (Embaixador de Portugal em Tóquio no período coberto pelo livro) e do Dr. Guilherme d’Oliveira Martins (presidente do CNC).

terça-feira, maio 05, 2015

segunda-feira, maio 04, 2015

Hoje

As palavras do punk: Uma viagem fora dos trilhos pelo Portugal contemporâneo

sábado, março 28, 2015

Há limites para a infâmia


    «Já não surpreende que o tabloidismo militante não tenha limites nem escrúpulos na campanha de condenação preventiva de José Sócrates antes sequer de qualquer acusação, espezinhando todas as normas deontológicas do jornalismo e a integridade moral das pessoas. Já é demais, porém, que a imprensa de referência também replique e veicule histórias como a de que o livro de Sócrates sobre a tortura foi escrito por outrem.
    Sobre o assunto, cumpre-me dizer o seguinte: por iniciativa minha, tive a oportunidade de acompanhar a feitura da tese de mestrado de Sócrates que veio a dar no referido livro; enviou-me sucessivamente o draft de cada capítulo, tendo eu feito algumas observações e sugestões pontuais (incluindo bibliografia), sobretudo quanto aos aspetos constitucionais e afins do tema, que o autor em geral acolheu, mas nem sempre; tive também oportunidade de conversar ocasionalmente com ele sobre alguns dos temas da tese, sendo óbvio o seu domínio e à vontade na matéria. Sei também, por me ter sido dito por ele, que submetia o seu trabalho a outras pessoas, que igualmente contribuíam com críticas e observações, a quem agradeceu depois no prefácio do livro, como é de regra.
    Nada disto -- que é normal numa tese académica -- é compatível com a tese de um trabalho apócrifo. Há limites para a infâmia.

    Adenda
    Se, com a prestimosa cooperação da imprensa, a acusação continua a recorrer a estes golpes baixos para uma continuada operação de "assassínio de caráter" de Sócrates , é porque falta "corpo de delito" para sustentar a acusação pelos crimes que lhe são imputados, passados todos estes meses de investigação.»

quarta-feira, fevereiro 25, 2015

quinta-feira, janeiro 15, 2015

A revista que fazia falta


Máquina de Escrever é uma revista online que nasceu hoje. É sobre música, livros, cinema e outras coisas de que João Lopes, João Morgado Fernandes e Nuno Galopim, entre outros, gostam. Ou dito de outro modo: uma revista sobre tudo e mais alguma coisa à distância de um clique.

domingo, dezembro 21, 2014

O idiota da aldeia


    «(…) esta desvalorização interna aumenta o peso da dívida dos Estados que praticam tal medicina. O que é absolutamente óbvio num exemplo inspirado em Tepper (2012): se um Estado tem um PIB de 100 e uma dívida de 100, o seu rácio de dívida é elevado, 100%; mas se, através de medidas recessivas, reduzir o seu PIB para 50, o seu rácio de dívida aumenta para 200% e só o idiota da aldeia pode propor esta estratégia para resolver o problema.»
      Francisco Louçã e João Ferreira do Amaral, A Solução Novo Escudo (p. 12)