Lê-se hoje no Público: «(…) o primeiro-ministro irritou-se quando questionado sobre a atitude do CDS, vincando que o partido "não se demarcou de coisa nenhuma", apenas disse algo "evidente: não foi o CDS que escolheu". "Quem escolheu o dr. Franquelim Alves foi o sr. ministro da Economia e eu. Não foi o CDS nem o PSD. Espero que esse assunto morra depressa, porque não tem qualquer sentido dentro do Governo", frisou. E justificou a omissão da referência à SLN no currículo de Franquelim Alves divulgado pelo Governo com o facto de "toda a gente saber" que este fora gestor da Sociedade Lusa de Negócios (SLN), proprietária do BPN. Ontem à tarde, a informação passou a constar da página oficial do novo secretário de Estado.»
Puxão de orelhas dado por Passos Coelho ao CDS, a máquina de comunicação do Dr. Relvas regressa ao trabalho, vendo-se forçada a retocar de novo o curriculum de Franquelim Alves. O que havia sido apagado do percurso do novel secretário de Estado no portal do Governo voltou hoje pela manhã a constar… como se sempre lá estivesse estado. Com um pormenor curioso: uma das arrastadeiras do Dr. Relvas socorre-se de uma redacção tal que nos leva a deixar cair uma lágrima, pois fica-se com a convicção de que Franquelim foi quase impelido a entrar para o BPN/SLN (um “convite” de uma quadrilha é sempre mais do que um convite) e colocando-o longe, bem longe, das funções de controlo financeiro que exercia sobre o BPN (saúde, hotéis e retalho automóvel). Isto não pode acabar bem.
Puxão de orelhas dado por Passos Coelho ao CDS, a máquina de comunicação do Dr. Relvas regressa ao trabalho, vendo-se forçada a retocar de novo o curriculum de Franquelim Alves. O que havia sido apagado do percurso do novel secretário de Estado no portal do Governo voltou hoje pela manhã a constar… como se sempre lá estivesse estado. Com um pormenor curioso: uma das arrastadeiras do Dr. Relvas socorre-se de uma redacção tal que nos leva a deixar cair uma lágrima, pois fica-se com a convicção de que Franquelim foi quase impelido a entrar para o BPN/SLN (um “convite” de uma quadrilha é sempre mais do que um convite) e colocando-o longe, bem longe, das funções de controlo financeiro que exercia sobre o BPN (saúde, hotéis e retalho automóvel). Isto não pode acabar bem.














