quarta-feira, outubro 16, 2013

"Governo sabe o que vai acontecer com o corte nos salários.
Sabe que vai chumbar e conta com isso.
É um desafio infantil e patético ao TC."

Hoje no DN (p. 8)
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2 comentários :

  1. Há que elaborar um novo dicionário da língua portuguesa porque os actuais, desde que estes ursos se alçaram ao poder, estão desactualizados.

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  2. Mas há um "pequeno" pormenor, que até à Fernanda Câncio escapou:

    1-As percentagens das reduções são apuradas e incidem sobre «remunerações totais ilíquidas mensais», e não apenas sobre a remuneração base (o que reduziria automaticamente as outras remunerações, por exemplo por horas extraordinárias),mas assim são aumentadas as percentagens e os valores dos cortes.
    (ver proposta de oe-2014, art.º 33).

    E a sacanice é tão grande, que têm o descaramento de escrever no relatório do oe:
    "Esta medida substitui a redução de caráter transitório entre 3,5% e 10% para rendimentos mensais acima de 1500 euros introduzida...
    Em contraste, a regra agora proposta é mais equitativa no sentido em que protege os verdadeiramente com menos recursos (abaixo dos 600€)..."

    Não entendi! A minha lógica deve andar de pernas para o ar.

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