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| — É assim que se batem palmas, Prof. Gaspar? |
Em vésperas das eleições de 2011, o Álvaro fez «uma avaliação do desempenho do anterior governo à luz de oito critérios – oito indicadores económicos, analisados em sucessão a fim de proporcionar uma perspectiva abrangente da situação da economia portuguesa.»
Quatro anos depois, Alexandre Abreu avalia «os resultados alcançados por este governo à luz dos indicadores que o seu próprio Ministro da Economia original considerou mais apropriados para aferir o desempenho governativo. Quais eram os desequilíbrios então identificados? E qual o desempenho do governo PSD-CDS à luz desses mesmos critérios? Quando actualizamos os gráficos de Santos Pereira, trazendo-os até ao presente, verificamos que os resultados são esclarecedores.»
O artigo, intitulado O governo chumba-se a si próprio, é de leitura obrigatória.




Aparentemente, o Álvaro não prescindiu de dar uma canelada a Paulo Portas na comissão parlamentar de inquérito: as contrapartidas negociadas pelo Governo de Durão Barroso & Paulo Portas na compra dos submarinos eram «imaginárias». Compreende-se o desabafo em jeito de vingança: ele que não regateara esforços para salvar a pele de Paulo Portas, foi depois empurrado para fora do Governo para dar lugar a António Pires de Lima.
Pouco tempo após tomar posse, o Álvaro cometeu a proeza de fazer o país perder 






