• Augusto Santos Silva, A fiscalidade verde e o tempo perdido: - «(…) o caso da mobilidade elétrica ainda é mais escandaloso. A política a que o ministro Moreira da Silva quer regressar é a mesma que o Governo a que pertence herdou do anterior e logo desmantelou. E não o fez por exigência da troika ou restrição orçamental. Não. Foi mesmo por preconceito, porque nenhuma pedra que levasse o nome de Sócrates poderia ficar de pé. Três anos depois, só não estamos outra vez nesse ponto de partida porque entretanto perdemos a oportunidade de entrar como produtores, e não apenas consumidores, no mercado dos carros elétricos. (…)»