quarta-feira, novembro 26, 2014

Os jornalistas não são todos iguais

Hoje no Correio da Manha

Paulo Pena, no Facebook, sobre esta coisa paranóica:
    «Cordão sanitário: Eu não confio num jornal que me dá este texto como "informação". Não é uma opinião, não é uma crónica, nem sequer é uma ficção. É a abertura da secção noticiosa do jornal mais vendido do País (que tem os políticos e os jornalistas que merece, de facto).»

17 comentários :

Anónimo disse...

Eu acrescentaria ao post do Pena, que o referido 'orgão de informação'(falsa e ou distorcida) é um pasquim que, para além dos políticos e jornalistas , tem, também , os leitores que merece: gente acrítica que aprecia a escrita, a narrativa de uma cambada de manhosos que no conjunto dão o nome ao pasquim: Correio da MANHA.

Artur Cosme disse...

Há uma certa tendência a considerar jornalismo tudo o que vem impresso nos jornais (e dito nas rádios e tvs). Ora isto não é jornalismo, nem faz sentido criticá-lo nesses termos.
Trata-de de um mero exercício de ódio, como o que vemos diariamente nas redes sociais e nos taxis de Lisboa...
Os Octávios e Dâmasos desta vida não têm dignidade, nem família, nem principios. Não sei se são jornalistas, nem isso é o que importa. Porque para serem jornalistas teriam que, antes, serem seres humanos, elevarem-se acima da bestialidade. Ora isso nao acontece...

Anónimo disse...

Temo pela sanidade do escriba que escreveu tal pedaço de ódio, de azia, tal nojo.
É claramente uma pessoa que não está bem, nem com o mundo nem sequer consigo própria.
Provavelmente uma projecção inconsciente.
Suponho que o correio da manha lhe pague o suficiente para ir à farmácia comprar uma caixa de valium. Ou uma garrafa de wiskey. O pobre diabo está muito necessitado.

Anónimo disse...

Esterco!

Gungunhana Meirelles disse...

A semelhança de estilo com o dos jornais soviéticos durante os processos «mãos limpas» lá do sítio, nos anos 30, é fascinante.

Carlos Barbosa de Oliveira disse...

Além disso pôs-se a interpretar a simbologia dos números chineses e escreveu uma enorme asneirada. 4 significa morte, é verdade, mas a simbologia chinesa também diz que dois números iguais se anulam. O escriba devia saber que as matrículas 44 são, como as 99, pagas a peso de ouro. Alguém ia pagar por uma matrícula que o condenasse à morte?

Anónimo disse...

Que nojo!Isto pretende ser Jornalismo? Isto que se verteu no CM?!
Simplesmente inacreditável.

Gungunhana Meirelles disse...

Trata-se do espião maldito, inimigo do povo, sabotador da economia, o maior criminoso de todos os tempos, culpado de crimes nunca vistos, sobre cuja humilhação o bom povo deve dançar a carmagnole.

A coisa parece-me interessante e reveladora porque, apesar de tudo, não estamos habituados a este CM de profundis. Uma coisa são os paparazzi em missão de espionagem com microfones direccionais, outra é a revelação mais *pessoal* do jornal, se me permitem esta expressão para designar a personalidade colectiva que emerge daquele produto do labor de muitos, alguns dos quais sem dúvida bons pais de família, exemplares cidadãos e até, sei lá, cristãos praticantes, senão mesmo beatos do senhor dos Passos.

Acho que os que conhecem os editoriais da Pravda dos anos 30 vão perceber melhor o que quero dizer: não é o CM ordinário a falar (que já conhecemos), é o CM que espuma, para ser tomado muito a sério, que emerge nestas pequenas locais.

Nunca votei PS (nem PPD-PSD) na minha vida, e não voto em ninguém há muito, muito tempo, mas esta gente é mesmo temível e os tempos não são para brincadeiras. Nas próximas eleiçoes pego em mim e vou votar PS, nem que lá esteja outra vez o pessoal das barricadas de 1974 ao lado dos jerónimos...

Morgado De Basto disse...


O Calhorda,que juntou letras no arrazoado em apreço,só pode ser um monte de trampa que habita um esqueleto humano.

Que tipo de pessoa,gasta dinheiro para sujar as mãos com trampa?

Aproveito,e agradeço,a explicação que Carlos Barbosa de Oliveira nos dá,acerca da simbologia chinesa dos números e,assim, melhor entender o poio de cérebro que o trampa possui.

Vesúvio disse...



E S G O T O H U M A N O

Marília Pêra disse...



UM E S C R O T O

Anónimo disse...

Já li a versão completa do pedaço de lixo de cujo excerto se reproduz aqui.
Isto não é jornalismo, e mesmo que fosse, nem ao nível do jornalismo de sarjeta estaria. É apenas um alinhamento de letras, formando frases e palavras, cujo resultado não passa de um esgoto a céu aberto, cheio de resíduos tóxicos pestilentos vertidos de uma coisa em forma de cérebro do indivíduo que compôe este pedaço de lixo.
Desse indivíduo, não sinto ódio. Sinto antes uma enorme pena, um constrangimento e uma certa vergonha alheia, pois é uma pessoa muito, muito doente, que precisa de ajuda para se tratar.
Ódio não. Caridade, é do que esse indivíduo necessita.

Anónimo disse...

Vamos lá a ver. Está tudo a favor do Salazar e da censura ao jornalismo incómodo? É que parece. Quando ouvimos a "musa" do Dr. Soares e de Sócrates já agora CFA vir apelar à criação de um orgão de jornalismo sério para tutelar e controlar o jornalismo não sério (ela é que o define!!) etamos a falar de quê senão de censura? QUando vimos posts deste género ou as pessoas incomodarem-se com o que sai nos jornais chama-mos a isto o quê censura? É pá reconheçam lá o mérito do Salazar que para manter a sua ditadura teve de calar algum jornalismo e manter o jornalismo que lhe era simpático só para fingir. Aqui em democracia, depois de ouvirmos Mário Soares chamar de tudo ao jornalismo que refere este caso, percebemos que uma oligarquia em consluio com alguma comunicação social comprada por este ou aquele padrinho e amigo mantiveram o jornalismo que lhes convinha. Não percebo sinceramente a critica ao Correio da Manhã, que até deu uma coluna de opinião ao António Costa para fazer a campanha para assaltar o PS e destituir o Toze Seguro.
Alguém tem dúvidas de que viviamos numa ditadurazeca de uma oligarquia controlada pelo PS e algum PSD e CDS? Alguém dúvida? Eu não e agora estou a adorar ver BES, PT, e outros que por aí vêm a cairem que nem baralho de cartas. É um consolo que me dá, ver que a oligarquia socialisto-maçónica está a levar um chuto no traseiro para bem dos nossos filhos e netos.
Bem haja a justiça e o jornalismo.

Anónimo disse...

Criticar - e até desprezar, como acontece com este caso em concreto -, não é censurar.
Não me parece que nalgum comentário se tenha defendido o silenciamento do autor do excremento em análise.
Ou, já agora, podemos inverter a questão: os artigos de jornal estão blindados à crítica? Não estarão os "defensores da liberdade de expressão" a acusar os outros daquilo que gostariam de promover?

A menção ao Salazar é despropositada e, digamos... um pouco parva.
Por ser parva, deverá ser silenciada?
Não.
Apenas qualifica quem a profere.

Anónimo disse...

A Constança Cunha e Sá acbou de , por lapso, certamente, dizer Correio da Manhã, chamou-lhe Correio da MANHA (foi muito rápido mas aconteceu. Ah!AH!AH!AH!

Anónimo disse...

A Constança disse mais que isso. Disse o jornal é um esgoto a céu aberto!
Foi firme e veemente.
Abençoada!

Anónimo disse...

Oh amigo pouco inteligente das 04:56, alguém aqui defendeu acabar com artigos como os do visado neste post?
Que eu saiba a critica AINDA faz parte do leque da liberdade de expressão. Ninguém quer retirar o direito ao "jornalista" de escrever a bosta que quiser. O amigo é que escusa de nos querer tirar o direito de calar e engolir quando nos tentam fazer passar lixo por "peça jornalistica".Há dois tipos de jornalistas : os competentes e os incompetentes. O autor do artigo visado está na segunda categoria. Ponto.