
Tem, porque é, para todos os efeitos, o primeiro-ministro.
Tem, porque é o Governo que vai nacionalizar o BES, sob proposta do governador do Banco de Portugal, depois de ambos — Pedro e Carlos — terem jurado a pés juntos que isso não aconteceria.
Tem, porque isto é também o resultado da política de «ir além da troika».
Tem, porque, a manter-se a política austeritária que atirou o país contra a parede, não é possível a recuperação do poder de compra dos cidadãos e, em consequência, da economia nacional.
ADENDA — Constança Cunha e Sá: Passos «vai ter que descalçar a bota e explicar» ajuda ao BES.