quarta-feira, dezembro 10, 2008

Como os “defensores” da escola pública vêem os alunos da escola pública

Queixa-se um leitor de que foi de imediato apagado um post quando aqui lhe fiz referência. Trata-se de um post em que os alunos da escola pública são comparados a hienas exactamente por aqueles professores que andam agitados com a avaliação do desempenho. Vale a pena recuperá-lo recorrendo ao magnífico Google Reader:


14 comentários :

Nicolae Santos disse...

Obrigado Miguel.
Olha, corri esse blog à procura de algo do género sobre a atitude dos profs que incentivaram alunos a jogar ovos a membros do governo e não encontrei nada. Terá ele apagado também ? Caso saibas de algum post desse teor avisa-me ok.
Obrigado mais uma vez

Francisco Clamote disse...

Também já tinha tentado aceder ao "post", mas em vão. Grato, Miguel Abrantes, pela possibilidade que proporciona aos visitantes do "Câmara Corporativa" de poderem contemplar esta peça. Ao que chegámos, Zeus meu! Se os professores se revêem neste energúmeno, que será do ensino neste país? Sinceramente já não sei que diga. Cumprimentos.

Anónimo disse...

Há que continuar a municiar as hienazitas com ovos. Mas só as hienas boazinhas, as que recebem sms nossos... O pior é que depois de atirarem os ovos que lhes damos saltam para cima das mesas. O Nogueira resolverá... Só que ele já não pode mandar as hienas que não controlamos para a Sibéria. Está bonito...

A. Moura Pinto disse...

E eu aproveitei para a colocar tb aqui
http://azereiro.blogspot.com/
Há coisas que merecem audição muito alargada.

Anónimo disse...

Esta canalha estava tão mal habituada .... Se em vez de professores tivessem um restaurante não tinham clientes com esta atitude intolerável

Araújo Figueiredo disse...

Não me admiro muito, porque conheço professores que se referem aos alunos de uma forma inadmissível, parecendo odiá-los. Por isso não querem avaliação nenhuma. Claro que, pelo menos estes que eu conheço, foram para o ensino porque não arranjaraqm outro emprego, como eles dizem. É esta gente que tem de ser rapidamente afastada das escolas e isso só se consegue com uma avaliação séria dos professores.

. disse...

Ainda bem que há um professor que diz o que deve ser dito.
Se a ministra da Educação lhe desse ouvidos teríamos, seguramente, melhor ensino. Lamentavelmente continuamos a ter no ministério uma quantidade de teóricos que nunca deram aulas de verdade e produzem legislação para um mundo virtual que só na cabeça deles existe. É preciso correr com essa gente e colocar pessoas que conheçam a realidade, como Ramiro e tantos outros, aqueles que estão no terreno e não se refugiaram há muito em gabinetes de nomeação política e cunhas pessoais.

Ah se todos fossem como o professor Ramiro como melhor estaria Portugal e como enfrentaria sem medo o futuro.

MFerrer disse...

Isto ainda não é nada!
Deste tipo de gente vamos ser brindados com altos momentos de civismo.
Uma pergunta para a minha colecção de perplixidades:
- Esta gente que faz estes textos e os publica, já sofreu qualquer crítica por parte das respeitáveis estruturas sindicais?

PS- Ainda um dia publico os emails ameaçadores e insultuosos que recebo desde que discordo das posições da Fenprof/CGTP e PCP. Já tenho uma bela colecção.
MFerrer

Anónimo disse...

Hienas e bestas. São poucos e, a avaliar pelos comentários, poderão ser filhos de alguns dos escribas que aqui defecam...

tininha disse...

O autor do blog "proavaliação" é um cobarde mafioso. Utiliza a tatica do bate e foge, escondendo-se como um rato nazi.
A estes pseudo-profes recomendo que saiam já, porque não vão ter futuro na escola actual.Alias, os vossos comportamento levam-me a pensar que não terão futuro em lado nunhum. Dediquem-se à pesca de rio.

Woman Once a Bird disse...

Mas em que medida é que alguns dos comentários patentes nesta caixa são diferentes dos comportamentos criticados?

Anónimo disse...

O vosso apoio a "meninos" que antigamente não andavam em escolas até à idade adulta mas que iam aprender uma profissão mete-me medo. O apoio que dão a delinquentes é do mesmo tipo que brindaram Portugal com legislação que colocou os maiores criminosos nas ruas. Retirem toda a autoridade aos policias, aos professores, aos juízes e aos profissionais que ainda zelavam pelo respeito e teremos em breve a Grécia e a França da delinquência.
Espero sinceramente que o povo não tenha que fazer aos novos ditadores o que o povo da Roménia fez à família Ceausescu.
Não sou professor, mas prezo muito a democracia e sou e serei sempre contra todas as "Ditaduras Democráticas". Apoiar delinquentes juvenis a ofender professores é prestar o mesmo apoio que o ditador Hitler deu aos "camisas" alemães em 1933.

xico ribeiro disse...

Há linguagens que num mero cidadão são desculpaveis, mas nos professores, dada as suas obrigações e deveres, deveriam pautar-se pela delicadesa, pelo respeito e educação e o que se vê é uma grande ordinarice torpe, de insultos e acusações que roçam a mentira que com tais comportamentos, estes sim, fazem-me lembrar os primeiros tempos do nazismo, comunismo e fascismo, onde valia tudo. A democracia e liberdade não é isso.

Anónimo disse...

Estou espantado. Concordo que a linguagem utilizada é excessiva e de mau gosto, mas o que me assusta é que ao verem relatados os comportamentos inqualificáveis destes alunos, comportamentos que começam a ser cada vez mais frequentes nas nossas escolas, os comentadores não fiquem preocupados. Pois claro, a culpa é só da professora que não consegue controlar os meninos, não é de certos pais que se demitem da sua importante função de educar, nem desta sociedade cada vez mais violenta e com um progressivo desprezo por regras e valores essenciais. Vejo também por esta bloggosfera fora alguns comentadores, supostamente pais, mães, tios, avôs, que se dão ao “luxo” de utilizar toda a linguagem ofensiva e de desprezo que entendem, mas se um professor desce a esse mesmo baixo nível ficam indignados e dizem “é a estes senhores professores tão mal educados que confiamos as nossas crianças”. O vosso papel também é muito importante, não se esqueçam que também são educadores. LLima