segunda-feira, agosto 13, 2012

Lições do Marcelo


Lição n.º 1
    O mandato de Passos Coelho tem três fases. O estar a “lixar-se para as eleições” extingue-se com a fase 1.
Lição n.º 2
    A Caixa Geral de Depósitos não pode ser instrumentalizada. Ele sabe porquê, embora não o diga, tem lá o irmão.
Lição n.º 3
    O caso dos submarinos tem de ser explicado, mas temos de perceber que, entretanto, também houve ministros socialistas. Mas militantes como Jacinto Capelo Rego não é fácil de encontrar.
Lição n.º 4
    O Presidente da República diz em alta voz o que Passos Coelho pensa… em voz baixa. O problema é que no futuro não sabemos se o ventríloquo omite propositadamente para o povo ficar a olhar para o boneco.
Lição n.º 5
    Toda a gente sabe que a melhor forma de defender um ministro é pedir a sua demissão. Resta saber quem é que o Prof. Marcelo defende, de facto, que seja demitido.

4 comentários :

Rosa disse...




De facto, Marcelo está cada vez mais "uma comadre" da politiquice doméstica...
Ontem, porque estava com paciência, resolvi ouvi-lo...mas já não tem qualquer credibilidade e, muito menos, isenção...maçador e previsível... sempre igual a ele próprio...

Anónimo disse...

Bom post

O Miguel no fundo, anota,´a incompetência.

Estamos entregues ao pior dos piores governos duma história secular

Não tem uma ideia para o País, a não ser o que vem da senhora "beijoqueira".

A Um Professor de economia perguntaram-lhe se os seus conselhos foram assimilados pelo governo da altura?

Fizeram tudo ao contrário.

Deu um forte elogio ao Sócrates.

Anónimo disse...

o DONATIVO AO cds FOI DE JACINTO LEITE CAPELO REGO. Para quem não entender: Já sinto leite cá pelo rego. O CDS além de mentir tem bom humor. Até pode ser verdade vindo de quem vem.

Luís Coelho disse...

Marcelo Rebelo parece que nem sempre diz o que pensa e em muitas palestras até parece que o disco começa a ficar gasto.

Parece-me em alguns domingos uma calhandreira, fala mal de tudo e não diz o que deveria ser feito.

Precisamos de homens que falem alto e sem papas na língua. É preciso que assumam as suas posições e façam acordar este povo para a força que tem.

É urgente fazer em Portugal o que o povo fez na Islandia.