quarta-feira, março 06, 2013

Da fé austeritária das baratas

3 comentários :

Anónimo disse...

eheheheh...o krugman é tipo para beber uns copos bons, mas não só não deixa de ter razão como parece ser um dos únicos que chama os bois pelos nomes. os asnos devem ser tratados como tal. só alta chamar asno também ao barroso, que bem o merece. mas se calhar é um personagem insignificante.

Conde de Oeiras e Mq de Pombal disse...



O que ele (P. K.) diz do hamster Rehn aplica-se que nem uma luva ao sabugueiro Gaspar, em especial não talvez no tocante às baratas, mas naquela parte do "já deveria ter sido demitido".

Qual destas cinco palavras é que o nosso Gaspar não compreende? Ou só estudou Geometria até ao quadrado, Aritmética até à operação "divisão" e Sintaxe até às frases com quatro palavras?

Anónimo disse...

Krugman chamou os bois, ou neste caso, as baratas, pelos nomes e é vê-las saltar que nem virgenzinhas ofendidas.
O facto é que enfiaram o barrete ao responder, agora amanhem-se.