sexta-feira, janeiro 20, 2006

Cenas na vida de um gestor público

Mineiro Aires, presidente do Metro, prestou declarações ao DN, tendo levantado suspeitas sobre o comportamento dos colaboradores da empresa. Para ele, “o Metro de Lisboa é um antro de esquemas instalados” e considera que está a “pagar por ter posto cobro a uma série de barbaridades dentro da empresa”.

Ontem, através de um comunicado interno, o presidente do Metro retractou-se. Quem disse que a vida de gestor público é fácil?

8 comentários :

Anónimo disse...

O tacho, é o tacho.

Antonio Almeida Felizes disse...

É imperioso a regeneração de todo este sistema empresarial do Estado.

Claro, que não basta, pois ele proprio não passade um sub-sistema do nosso Estado caduco.

Anónimo disse...

O blog Câmara Corporativa retoma de novo o caso Mineiro Aires/ Metro que, ao que parece, se retratou, em comunicado interno, das graves acusações que proferiu.
Mas será mentira que: “o Metro de Lisboa é um antro de esquemas instalados” e há "barbaridades dentro da empresa”?

Pelo que sabemos peca por defeito...

Anónimo disse...

Cenas da vida da Função Pública

Enquanto a muitos sectores da Função públicas foram retiradas benesses (e viva a ADSE, que até é o único sistema de Sócrates...), as chefias de Empresas dó Estado continuam com tudo (e mais um par de botas).

Não seria altura de explicar por que motivo o nosso Primeiro Ministro pode usar médicos e Hospitais militares e os próprios militares (que, esses sim, no seu treino, têm muitas possibilidades de ter acidentes - tipo rótula alpino-socrática...) perdem alguma da sua assistência...?

Ná...

Bmonteiro disse...

Votos para depois de 22:
que o governador do BdP,possa recorrer, em caso de urgência, igualmente aos hospitais da mili.

Anónimo disse...

Votos para 22 - que o "Miguel Abrantes" não se enerve e não se engane a votar (é naquele velhinho simpático com um um problemas de memória e um bocadinho inconveniente, amigo íntimo do Major Valentão e do Sócrates da rótula alpina...).

Anónimo disse...

Seja o que for e quem for, uma coisa não me vão calar, que é a dicotomia entre os que trabalham na função publica, (nossos empregados) e os que trabalham por conta de outrem, pagando mais impostos, para alimentar uma função publica cujos direitos são uma manifesta desigualdade perante outros e os deveres, são os que eles querem e conquistam atravez das greves.

Tomara os que trabalam por conta de outrem terem uma consulta para daqui a 15 dias e reformas a 100% aos 55 anos e..ferias no Natal, na pascoa, em agosto e setembro, baixas a 100%.

Esasa é uma realidade revoltante

Anónimo disse...

Ó meu burro, pergunta ao "Miguel Abrantes" se isso ainda é verdade... que ele não se atreverá a mentir...

Uma mentira muitas vezes repetida torna-se verdade?!?