quarta-feira, dezembro 17, 2008

Manuel Alegre e o Banco Privado Português [1]

Extractos da intervenção de Manuel Alegre na Aula Magna:
    “Dante reservou os lugares mais quentes do Inferno para aqueles que em tempo de crise moral se mantivessem neutros. Suponho que há neste momento muitos lugares reservados. Para os neutros e para os cúmplices. E sobretudo para os que andaram a apregoar as delícias da mão invisível e da auto-regulação do mercado e agora recorrem à intervenção do Estado para socializar as perdas e preservar os seus bancos, as suas fortunas e os seus privilégios.”

    “Coragem para estar ao lado dos desempregados e desfavorecidos e não para, à custa dos dinheiros públicos, salvar um banco privado que administra grandes fortunas.”

    “Um grande português chamado Antero de Quental falou do socialismo como protesto moral contra a injustiça e a exploração. Foi há muito. Mas continua a ser uma boa inspiração para todos nós. Os explorados, os oprimidos, os deserdados da vida foram e são a razão de ser da esquerda. É por eles que estamos aqui, não pelas grandes fortunas, desculpem-me a insistência, do Banco Privado Português.”

3 comentários :

aviador disse...

DE-MA-GO-GIA como diz a canção, feita à maneira "esquerdista"!

Vindo de quem vem , não me admiro, mas ainda me espanto e revolto.

Porra - porque é que o homem não se dedica definitivamente à pesca?

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