sexta-feira, novembro 28, 2014

Debica indícios, cronista, debica, e bolça certezas

18 comentários :

Anónimo disse...

Pedaço? Para mim, JMT sempre foi um asno completo!

Anónimo disse...

João Miguel Tavares (JMT) é, talvez, o exemplo mais elucidativo, uma espécie de "bandeira" da actual direita: bafiento querendo ser "modernaço", usando de linguagem rebuscada querendo ser "culto", querendo ser políticamente incorrecto mostrando-se apenas desconhecedor das mais elementares regras da cidadania, da ética e da boa-fé.

Não passa de um carroceiro vestido com roupa de marca, um pretenso "independente" que tresanda a "fretista" por todos os poros.

Enfim, o mais divertido idiota útil dos que por aí andam à espera de um lugar ao sol.

JMT é um rapaz inculto que tenta elaborar um raciocínio aparentemente erudito ou informado, evidenciando dolorosamente uma impreparação teorica gritante (deve andar a ler sinopses de livrinhos sobre o liberalismo pensando que isso chega).

É, enfim, a imagem da direita decadente, inculta, grosseira com ares "cool", salazarenta com "look" moderanço.

Não passa de um bobo da corte, um idiota útil mal formado e mal educado, que julga que rebeldia rima com cretinice.

Um colorido bobo, que nos diverte.

Em relação a outros bobos (camelos e ferreiras, estes mais perigosos por possuirem um sentido de missão mais elaborado), tem a vantagem de nos fazer rir um pouco, de ser inofensivo no seu "engraçadismo" decadente e, por vezes, constrangedor.

Coitado do Tavares, e mauzinho, o Ferreira Fernandes, que não tinha nada que ofender os asnos.

esmeralda disse...

Mas que grande estupidez!!!
Tantos asnos afinal!

Anónimo disse...

"É, enfim, a imagem da direita decadente, inculta, grosseira com ares "cool", salazarenta com "look" moderanço"

O tea party tem por cá muitas viuvas. Uma delas é João Miguel Tavares.
Um pouco mais polido que Sara Palin. Mas a estupidez e o desconhecimento puro daquilo que são os alicerces de um estado de direito , esses estão lá.
É o pensamente tipico de gente menor, inculta em termos civicos e egoista. Vive para o seu umbigo e dos seus. Os outros? Ora os outros que se lixem.
Este é dos que só mexem o cú quando são eles os lixados. E não se importa nada que se lixem outros para que ele e os dele não o sejam. Um democrata de conveniencia.

Anónimo disse...

É preciso não esquecer que o rapaz tem muitos filhos e, claro, é muito católico. Até dá entrevistas à Família Cristã. Um miminho.

ana

Morgado De Basto disse...


Obrigado Ferreira Fernandes pela lucidez e inteligência com que,à muitos anos,Sova a Idiotice e a Sacanice nacionais.

No que, à Sanita Pública JMT,respeita,apenas isto:Por muitos cus que se sentem em cima de ti para aliviar diariamente a tripa,nunca serás uma peça com Certificação Vista Alegre.

Anónimo disse...

Não foi o de-sa-pa-re-ci--do Gaspar, ex -ministro das Finanças que foi à apresentação de um livro que este asno,JMT,escreveu para entreter os asninhos deste país?

João XXI disse...

Considerar JMT um pedaço de ASNO é uma ofensa para a RAÇA ASININA.

Anónimo disse...

FF, sempre excelente! Para a direita Sócrates sempre seria culpado, mesmo sendo inocente. Faz lembrar aquele conto do lobo e do cordeiro em que o lobo sempre culpa o cordeiro por beber da agua do riacho...e caso não tenha mesmo bebido, então bebeu o pai dele! Uma pessoa que toma atitudes destas, de querer à viva força culpar alguém sem provas e espalhar rios de veneno contra ele, só prova que é mesmo uma pessoa maldosa da pior espécie. Mas, entende-se, há gente que não consegue brilhar por si mesma, tem sempre de se socorrer dos mais infelizes estratagemas, ser mais papista que o papa (salvo seja!) para agradar ao dono a quem abanam o rabinho obedientes e dão os correspondentes latidos com a maior felicidade.
Ass. Maria da Fonte

Gungunhana Meirelles disse...

Quando João Miguel Tavares, no artigo do Público, refere a «hiper-sensibilidade às falhas do segredo de justiça» o que mostra é que não está a perceber patavina do que está em jogo. O problema não são «as falhas do segredo» sem mais, como se tivesse sido uma corrente de ar que fez voar uns papéis por uma janela. O problema são as falhas dirigidas e o que elas indicam!

Se JMT experimentasse ler Felícia Cabrita, a conhecida biógrafa de importantes primeiros ministros do PSD, íntima amiga da PJ e ela própria detective amadora de grande coturno, poderia perceber melhor. Nunca se terá ele interrogado sobre as possíveis razões por que as correntes de ar a escolhem a ela?

A Cabrita não diz, por exemplo, os «milhões do amigo»; diz os «milhões de Sócrates», passando para a opinião pública a ideia de que existem indícios dessa pertença susceptíveis de constituírem prova em julgamento. Há? Não há? Eu não sei, mas a minha tese preferencial, aliada às omissões da prisão preventiva, inclina-me a pensar que não, e que a única coisa criminosa que existe até agora é a corrente de ar.

Saberá JMT mais e melhor? Se sabe, devia contar, em vez de repetir a imbecilidade de que um acusado é culpado de uma coisa porque já foi acusado de muitas outras, sempre debalde, sempre sem julgamento, e por vezes através de procedimentos tão ridiculamentre reveladores de má-fé como o das 17 perguntas por fazer do politizadíssimo ministério público.

E depois sai-se com esta: «Quando vejo Miguel Sousa Tavares ou Clara Ferreira Alves mais entretidos a discutir fugas de informação e timings de detenção do que a possibilidade muito real de um ex-primeiro-ministro ser corrupto, eu sei que eles estão menos a defender Sócrates do que a defenderem-se a si próprios, e àquilo que andaram a escrever ao longo dos anos.»

Deve ser o suave paternalismo de JMT a funcionar, ou então o medo subconsciente de duvidar, uma projecção de si próprio sobre o adversário. Subconscientemente deve saber -- porque, pelo Governo Sombra, parece uma pessoa bem formada e razoavelmente informada -- que a demonstração da sua tese depende, tanto quanto a dos que critica, de um julgamento imparcial e justo. Mas simultaneamente duvida da boa fé daqueles que se mostram preocupados por aquilo que o devia preocupar também a ele, quanto mais não seja para que a sua própria tese possa vingar!

Por outras palavras, segundo JMT, os adversários querem fair-play e as normais condições de justiça apenas porque são teimosos e não querem dar o braço a torcer; enquanto que ele, que já sabe tudo pela Cabrita, se permite recriminar quem não dispensa esses preciosismos bacocos porque está bem de ver que depois de 1000 acusações sem base comprovada, à 1001ª já são tantas que o acusado só pode ser culpado...

Se esta imputação de intenções não mostra, no caso Tavares, de que lado está o carácter obsessivo do debate, não sei o que o possa mostrar...

E remata com esta: «E depois, caro Ferreira Fernandes, é que ali entre 2007 e 2011 boa parte da opinião pública preferiu fechar os olhos ao elefante no meio da sala.»

O elefante no meio da sala foi visto mil vezes, mas conseguiu sempre fugir por umas portas estreitas, descer uns lances de escadas, correr pelo meio da rua desviando-se habilmente do trânsito, e reintegrar o jardim zoológico de onde tinha fugido. Mas desta vez, ah, desta vez, à milésima primeira, é que o apanhámos. Com esta rede de borboletas... aqui, ó... E pronto tá tudo visto, o que é que querem mais? Vá toca a andar, que daqui a uns anos os juizes e procuradores acima de qualquer suspeita contam o resto...

É isto que o Tavares defende?

Anónimo disse...

J.M. Tavares é um medíocre que vai à boleia e disfarça, atras dos clichés. tê-lo como colunista do Publico na contracapa, arrasa completamente a qualidade potencial do Jornal. Só diz cretinices oportunistas. Esta de estar sempre a expor que tem 4 filhos é de uma cabotinice primária, de imaturo, que sabe que o é, e que atira aos outros o seu grande feito e no tacho pede protecção. Ainda mais vindo de um asno que antes de fazer os filhos ou coisa que o valha dá invariavelmente sete coices e poe-se de seguida na posição do missionário. um medíocre e snob da treta, ainda espantado por ter sido posto onde está, sem nenhum mérito, qualidade ou categoria! Vai trabalhar MALANDRO!

Anónimo disse...

Brilhante, Ferreira Fernandes!

Anónimo disse...

excelente, como sempre

Anónimo disse...

JMT é um tótó que diz e escreve umas larachas, não melhor do que muitos milhares de portugueses fariam. Fraco, fraquíssimo, limitadíssimo, debita fait divers, ao alcance de qualquer licenciado português, mas sem qualquer profundidade de conhecimento, seja académico, seja autodidata. Não se percebe, aliás, porque é que ele, que não tem de trabalhar como as outras pessoas, mas apenas de escrever duas colunitas por semana e mandar umas piadas na TVI/TSF, não aproveita esse tempo livre para ler, aprofundar conhecimentos, como outras pessoas fariam. Isso diz muito dele. Há tantos anos a debitar umas coisas e não melhorou nem um bocadinho. Há de acabar a escrever umas coisinhas na Caras, quando sairmos desta fase negra de apologia descarada dos betinhos engraçadinhos de direita.

Anónimo disse...

Não há dúvida. O JMTavares é de facto "uma espécie de bandeira da direita actual".É um autêntico pavão que se exibe miseravelmente e que diz coisas simplesmente encomendadas pelos que todos nós conhecemos. É um autêntico heterónimo do "alegado" PM. O artigo de FFernandes é brilhante e excelente...

Antonio Cristovao disse...

Interessante, mas tem pouco futuro, quando um comentador/jornalista se dispõe a fazer do menu um outro profissional do mesmo oficio. Dissecar os argumentos, sem os enxovalhos que sujeitaram a F. Cabrita com ofensas vergonhosas a quem se forem gente séria talvez venham que ter de pedir desculpa ainda se aceita mas partir para o insulto mete um pouco de medo(imaginando que gente desta tomava conta das autoridades)

Anónimo disse...

Realmente só temos o que merecemos. Defendam o Sócrates que nos enterrou em vida.

José Dias disse...

Não concordo com F.F. JMT pode ser tudo menos "asno". Sabe bem o que diz e porquê. Tem uma incumbência por conta de quem lhe paga e que cumpre de língua de fora, de língua de fora e baba a cair, espinha dobrada à espera de aceno do patrão e do osso que o compense, - "Muito bem, cãozinho lindo!".