- ‘O que aprendemos com a gestão desta crise financeira é que quanto mais adiarmos a sua resolução maior acabará por ser a factura.
Na zona euro chegámos a esse ponto. Há dois meses, dizia-se que o pior que podia acontecer era um alastramento da crise a Itália e a Espanha e uma travagem na recuperação económica.
Mas eis que crise se alastrou a Itália e à Espanha, e que o crescimento na zona euro abrandou. O novo ponto de inversão nesta tragédia seria um regresso a uma recessão. Não se trata de um cenário tão disparatado quanto isso. Christine Lagarde, a directora do Fundo Monetário Internacional, avisou com uma certa candura no fim-de-semana que o risco de uma recessão era significativo, pedindo acção urgente e imediata.’
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