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| — Então, vamos lá, Pedro, à fotografia de família. |
Passos Coelho deslocou-se, na semana passada, a Paris para participar na segunda conferência europeia sobre emprego jovem. Os media portugueses deram grande destaque à sua viagem. Não se percebeu o que o alegado primeiro-ministro foi defender na conferência, tendo o spin governamental difundido que ele iria sublinhar a necessidade “de alinhar os sistemas de educação e formação com o mercado de trabalho” para potenciar a integração dos jovens. Era uma conversa demasiado vaga para um país com uma percentagem tão elevada de desemprego jovem.
Passados uns dias, ficámos a saber que, no âmbito da aprovação do pacote do Fundo Social Europeu para 2014, foram cativadas verbas para combater o desemprego jovem na França, Espanha e Itália, mas não haverá dinheiro para outros países como Portugal. Ou seja, o alegado primeiro-ministro foi a Paris para aparecer na fotografia de família, mas a sua voz de barítono não serviu para exigir nem um euro para minorar os problemas de um país devastado pelo desemprego, em particular o jovem.




Ficou para os anais da integração na CEE a epopeia do Fundo Social Europeu. Mas não será necessário revisitar o cavaquismo. Será suficiente recuarmos ao tempo do barrosismo, quando o secretário de Estado da Administração Local, Dr. Relvas, e o administrador da Tecnoforma, Dr. Passos Coelho, "