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quarta-feira, julho 23, 2014

Sobre os balanços dos bancos portugueses

• Pedro Nuno Santos, Preparemo-nos:
    «(…) O que já não se podia ignorar, por razões de seriedade técnica e política, era o impacto de uma reestruturação, com a dimensão da que precisamos, nos balanços dos bancos portugueses e a necessidade de estudar e apresentar uma resposta para esse problema. Não há reestruturações "sem espinhas" e já quase todos sabemos que a vamos ter de fazer. Preparemo-nos, então!»

sexta-feira, abril 25, 2014

Quarenta anos depois — Remunerações, rendimento e poupança

INE, 25 de abril: 40 anos de estatísticas

Desde 1970 e até 1988, a taxa de poupança das famílias e o peso dos ordenados e salários das famílias no rendimento disponível evoluiu sensivelmente no mesmo sentido. A partir desse ano, verificou-se um afastamento, resultante quer do crescimento do peso dos ordenados e salários das famílias no rendimento disponível, embora este tenha retrocedido a partir de 2002 para o patamar anterior, quer da drástica redução da taxa de poupança. O movimento da taxa de poupança foi assim mais amplo, reduzindo-se de cerca de 20,0% em 1988-89 para aproximadamente 12,0% em 2012.

quarta-feira, fevereiro 19, 2014

“E logo agora que isto estava tudo a correr tão bem”

• Pedro Santos Guerreiro, Os fornicoques do FMI:
    ‘Espera lá! Mas não estava tudo a correr bem? Que raio de história é esta de o FMI pôr em causa o sucesso do ajustamento português? Nos últimos dias, colocámos dívida, soubemos que o PIB cresceu acima do esperado, as exportações atingiram recordes, o desemprego caiu, o "Financial Times" glorificou-nos, a "Economist" visitou-nos - e vem o próprio FMI enfiar-nos numa banheira de gelo? Pois, é o que se faz a quem alucina de febre.

    O Governo anda a alucinar. (…)’